Os direitos sociais da alimentação e moradia na obra Vidas Secas de Graciliano Ramos
DOI:
https://doi.org/10.59237/jurisfib.v17i17.928Palavras-chave:
Direitos humanos; Cidadania; Dignidade da pessoa humana; Direito à alimentação; Direito à moradia.Resumo
Ao escrever um romance sobre uma família de retirantes no sertão nordestino, Graciliano Ramos, em Vidas Secas no ano de 1938, retrata a vida de inúmeros sertanejos que almejam uma vida melhor. O objetivo do presente artigo foi analisar a referida obra com os direitos humanos, os fundamentos da cidadania e da dignidade da pessoa humana e os direitos sociais à alimentação e à moradia garantidos na Constituição Federal do Brasil, utilizando-se de metodologia qualitativa e pesquisa bibliográfica. Concluiu-se que é dever do Estado garantir direitos básicos ao cidadão, não só porque o Brasil ratificou tratados e pactos internacionais, mas porque são assegurados pela Constituição Federal do Brasil de 1988. A ideia é promover a educação inclusiva, porque a partir dela os direitos humanos, a cidadania, a dignidade da pessoa humana e os direitos sociais da alimentação e moradia passam a estar mais próximos do indivíduo e se tornarem, definitivamente, efetivos.
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